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Estudo inédito no Sistema Cantareira revela que solos de florestas têm potencial de recarga hídrica 350% maior quando comparado às áreas de pastagem extensiva
Esse é o primeiro estudo a avaliar o potencial de recarga das águas subterrâneas como uma função adicional do solo. Os pesquisadores destacam que o potencial de recarga hídrica é uma função vital do solo e deve ser incorporado ao monitoramento dos impactos da qualidade ambiental.
Que clima é esse? Evento em Piracaia aborda estratégias para o desenvolvimento social, ambiental e econômico do Sistema Cantareira
O uso do solo na região do Sistema Cantareira é uma questão-chave para impulsionar o desenvolvimento social, ambiental e econômico. Com objetivo de avançar nessa direção e de compartilhar estratégias promissoras – tanto para produtores rurais quanto para beneficiários da água dessa região, a equipe do Projeto Semeando Água realizou o evento “Que Clima É Esse?” em 14 de março, no Salão Azul da Prefeitura de Piracaia.
Semeando Água promoverá curso de Florestas Multifuncionais
Nos dias 02 e 03 de abril o Projeto Semeando Água promoverá um curso de Florestas Multifuncionais. As florestas multifuncionais são florestas plantadas que podem servir para diversos usos, conciliando a produção voltada para o consumo humano com a conservação da biodiversidade e geração de serviços ecossistêmicos (como a regulação do clima, ciclo da água, controles biológicos, e polinização).
Que Clima é Esse? Estratégias de Desenvolvimento Social, Ambiental e Econômico no Sistema Cantareira
No dia 14 de março o Projeto Semeando Água promoverá um evento para discutir a importância do uso do solo na região do Sistema Cantareira. O local de realização será o Salão Azul da Prefeitura de Piracaia, das 8:30 às 16:30.
Oficina ajuda população a entender sobre compostagem, prática que contribui para reduzir as emissões de gases de efeito estufa
No dia 30 de janeiro, o projeto Semeando Água realizou uma oficina sobre compostagem no Instituto Casológica, no bairro Mascate, em Nazaré Paulista.
Compostagem reduz emissões e produz adubo
A compostagem é um processo de transformação de resíduos orgânicos em produto útil. Através da compostagem, boa parte do que “jogamos fora” pode ser transformado em adubo. Esse processo biológico de decomposição da matéria natural, conduzido em condições controladas, produz adubo para enriquecer o solo.
Ações de restauração no Sistema Cantareira são reconhecidas em premiação nacional
A Petrobras foi vencedora do primeiro Prêmio BNDES “Todos Pela Sustentabilidade”, na categoria Água, com o case de apoio ao Projeto Semeando Água! O Prêmio é uma iniciativa do BNDES com objetivo de reconhecer, dar visibilidade e estimular a atuação das empresas na agenda de desenvolvimento sustentável e de Investimento Social Privado (ISP) e demonstrar que cada vez mais a sustentabilidade precisa estar no centro das ações sociais das empresas, impulsionando e em parceria com organizações sociais de impacto.
Água, Energia e Alimento: Saiba como foi o Seminário Nexus que apresentou resultados de uma nova abordagem para a gestão dos recursos do Sistema Cantareira
Foi realizado dia 18/03 na sede do Instituto IPÊ, em Nazaré Paulista, o Seminário “Água, energia e alimento: aplicação da abordagem Nexus para contribuir com a gestão dos recursos naturais na área de contribuição do Sistema Cantareira” e reuniu pesquisadores do IPÊ e UFLA, estudantes e técnicos de prefeituras para conhecer os resultados das pesquisas que tiveram duração de 3 anos e foram financiadas com recursos do CNPq e Petrobras.
Conheça as “Escolas Climáticas”, ação de educação ambiental que visa preparar comunidades escolares para enfrentar os desafios das mudanças no clima
Ao todo serão 6 unidades educacionais beneficiadas gratuitamente pelas “Escolas Climáticas”, e mais de 1.000 estudantes beneficiados com a ação de educação ambiental do Projeto Semeando Água, iniciativa do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas – com patrocínio da Petrobras, por meio do programa Petrobras Socioambiental e Governo Federal e do IAMAR (Instituto Alair Martins).
Pesquisadores utilizam monitoramento acústico e inteligência artificial para estudar impactos das mudanças no clima para o Sistema Cantareira
Pesquisadores começaram a instalação de gravadores de som para monitorar a fauna nas Unidades de Conservação do Continuum Cantareira. A área abrange os Parques Estaduais do Cantareira, Itaberaba e Itapetinga, o Monumento Natural Pedra Grande, a Floresta Estadual de Guarulhos e as Áreas de Proteção Ambiental do Sistema Cantareira e a da Represa Bairro da Usina. A proposta do estudo é levantar especialmente a biodiversidade de aves dispersoras de sementes nessas importantes áreas de conservação.
Metodologia internacional começa a ser aplicada em escolas do Sistema Cantareira para sensibilizar professores sobre os impactos das Mudanças Climáticas
Foi realizada no dia 01 de fevereiro a primeira oficina de sensibilização para professores sobre o tema das mudanças climáticas na Escola Estadual Professora Clélia de Barros Leite da Silva localizada no município de Nazaré Paulista. Ao todo, 22 educadores participaram da atividade que é a primeira das Escolas Climáticas, uma das ações de educação ambiental do Projeto Semeando Água, iniciativa do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas – com patrocínio do IAMAR (Instituto Alair Martins) e da Petrobras, por meio do programa Petrobras Socioambiental e Governo Federal.
Parceria com plataforma de doação de árvores ajuda na restauração do Sistema Cantareira e combate às mudanças climáticas
Em 2021, as doações realizadas por meio da plataforma Tree-Nation ao Projeto Semeando Água, uma iniciativa do Instituto IPÊ, geraram o total de 7.403 mudas destinadas por empresas e pessoas físicas através da plataforma onde qualquer pessoa pode escolher com quais espécies deseja contribuir. As mudas foram plantadas no entorno de importantes áreas com foco em restaurar e conservar o ecossistema e aumentar a resiliência do sistema hídrico Cantareira que abastece grande parte de São Paulo e Região Metropolitana e vem sofrendo ao longo das últimas décadas com a ação humana, principalmente o desmatamento.
Foco do projeto Semeando Água em 2022 é atuar no combate às emergências climáticas aumentando a adaptação e resiliência do Sistema Cantareira
Você sabia que a segurança hídrica está entre as questões mais urgentes diante das mudanças climáticas?
Na região do Sistema Cantareira, um dos maiores reservatórios do mundo que abastece mais de 7 milhões de pessoas (aproximadamente, 42% da população da RMSP), o trabalho realizado desde 2013 pelo projeto Semeando Água é de apoiar ativamente a conservação da biodiversidade local, melhorando o uso do solo, o manejo de áreas degradadas, realizando plantios de mudas de árvores nativas em áreas de nascentes, recuperando a vegetação e dando suporte a proprietários rurais. Ações que a partir de agora ganham ainda mais relevância diante do maior desafio que a humanidade vai enfrentar: as emergências climáticas
Confira os avanços do Projeto na esfera de Políticas Públicas e Desenvolvimento Territorial
O Projeto Semeando Água tem avançado em uma série de ações voltadas ao fortalecimento de uma rede intersetorial que visa contribuir com o desenvolvimento sustentável na região do Sistema Cantareira. Para múltiplos atores sociais (governo, iniciativa privada e organizações da sociedade civil) esse objetivo é visto como estratégico como forma de conciliar crescimento de produtividade no campo, com aumento da renda e conservação dos serviços da natureza, com ênfase para a água.
Semeando Água está na Série Futuro em Movimento
Cerca de 25 projetos socioambientais que integram a lista de iniciativas já patrocinadas pelo Programa Petrobras Socioambiental e Governo Federal compõem a Série Futuro em Movimento. Entre eles está o Semeando Água, uma realização do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas, que tem com objetivo contribuir com o aumento da segurança hídrica do Sistema Cantareira.
Conheça a importância dos diversos atores sociais que somam esforços com o Projeto Semeando Água
Em nove anos de projeto, com ações práticas, avançamos, mas sabemos que há um longo caminho a ser percorrido. E entendemos que quanto mais pessoas, instituições, empresas e órgãos públicos somarem esforços nessa direção, em menos tempo o Sistema Cantareira se tornará mais resiliente.





